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Falsa ameaça de bomba mobiliza Polícia Federal e retém voo da Latam em Confins

  • Foto do escritor: Marcelo Bueno
    Marcelo Bueno
  • há 11 minutos
  • 2 min de leitura

Declaração de passageiro sobre suposto artefato explosivo provocou nova inspeção de bagagens e atraso superior a duas horas em viagem rumo a Brasília


Divulgação
Divulgação

O voo da companhia aérea Latam que decolaria de Belo Horizonte (Confins) com destino a Brasília sofreu um atraso superior a duas horas após um passageiro afirmar que carregava uma bomba. O incidente ocorreu a bordo da aeronave na noite do último sábado (11) e mobilizou equipes de segurança e agentes da Polícia Federal.

A situação começou durante o procedimento de embarque. Ao ser questionado por uma comissária de bordo sobre o conteúdo de uma caixa que transportava, o homem respondeu que se tratava de um artefato explosivo. A tripulação seguiu as normas internacionais de aviação civil e acionou imediatamente o plano de emergência do terminal mineiro.


Protocolo de segurança e impacto na operação


O BH Airport, concessionária que administra o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, iniciou os protocolos de contingência logo após o alerta. A aeronave foi isolada e os passageiros tiveram que aguardar enquanto as forças de segurança realizavam uma varredura completa.

Equipes especializadas refizeram a inspeção minuciosa de todas as bagagens de mão e despachadas, além de vistoriarem a cabine e os porões de carga. A Polícia Federal conduziu o passageiro para prestar esclarecimentos e avaliar a gravidade da conduta.

A Latam confirmou que solicitou apoio policial e declarou que a segurança é um valor inegociável em suas operações. Após a varredura atestar que não havia nenhum perigo real a bordo, a aeronave recebeu autorização para seguir viagem rumo ao Distrito Federal.


Implicações legais de boatos na aviação


A administração do terminal e as autoridades aeronáuticas alertam que "brincadeiras" e falsas alegações sobre armas ou explosivos em aeroportos não são toleradas. Esse tipo de conduta gera prejuízos financeiros severos em cadeia e pode configurar crime federal contra a segurança do transporte aéreo.

Até o momento, a identidade do passageiro e as sanções específicas aplicadas pelas autoridades policiais contra ele não foram divulgadas de forma oficial. O espaço segue aberto para o posicionamento da defesa do acusado.


Fontes consultadas e checadas para esta reportagem:

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