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Força-tarefa autua e apreende mais de 20 veículos por transporte clandestino no Aeroporto de Congonhas

  • Foto do escritor: Marcelo Bueno
    Marcelo Bueno
  • 26 de jun.
  • 2 min de leitura

Operação conjunta entre Aena e forças de segurança inspecionou 549 carros em três dias; ações surpresa serão permanentes no terminal paulistano.



Uma operação ostensiva contra o transporte ilegal de passageiros flagrou e puniu mais de 20 veículos no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A ofensiva ocorreu entre segunda e quarta-feira desta semana. A ação reuniu a Aena, concessionária do terminal, e cinco órgãos de trânsito e segurança pública paulistas.

O grupo mira a atuação de motoristas não credenciados e dos chamados "arrastadores" — pessoas que abordam viajantes no saguão de desembarque para negociar corridas irregulares. A Polícia Civil mapeou e identificou cinco suspeitos de praticar essa captação ilegal. Eles respondem agora a procedimento investigativo.


Pente-fino no viário


A fiscalização montou o cerco no acesso principal do aeroporto. A SPTrans, autarquia municipal que regula o transporte de passageiros, parou 549 veículos para vistoria e emitiu autuações ou ordens de recolhimento para 12 deles. A Polícia Militar direcionou suas 20 abordagens para a área de segurança externa. O saldo militar fechou com dez multas aplicadas e um carro apreendido.

A Guarda Civil Metropolitana (GCM) fez a escolta dos fiscais em campo, enquanto a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) organizou o fluxo para evitar o estrangulamento do trânsito na região. A Aena assumiu a retaguarda da operação. A empresa cruzou os dados das câmeras de monitoramento e entregou o mapa da movimentação suspeita em tempo real às viaturas.


Tolerância zero


A investida recente funciona como o teste de uma política de repressão contínua. O comando da força-tarefa confirmou a manutenção das blitzes em datas aleatórias e sem qualquer alerta prévio. A tática de choque busca anular a previsibilidade dos infratores e forçar a migração de passageiros para o transporte regular.

Dentro das áreas de embarque e desembarque, a estratégia muda para a prevenção. A concessionária ativou alertas sonoros e comunicação visual contínua para orientar os viajantes. A recomendação oficial manda ignorar qualquer oferta de corrida que aconteça fora dos aplicativos homologados ou dos pontos fixos de táxi.


Fontes consultadas e checadas para esta reportagem:


Nota: Os números de autuações e veículos abordados foram verificados em consenso pelas notas oficiais da concessionária e replicados pelos portais especializados em aviação (R7 e Aeroin) nas últimas 24 horas.

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