top of page

Piloto da JetBlue relata colisão com drone a 900 metros de altitude em Nova York

  • Foto do escritor: Marcelo Bueno
    Marcelo Bueno
  • 1 de jul.
  • 2 min de leitura

Inspeção no Airbus A321 não revelou danos após pouso seguro no Aeroporto Internacional JFK; FAA investiga o caso.


Imagem gerada po IA
Imagem gerada po IA

Um Airbus A321 da JetBlue Airways que chegava de Las Vegas relatou uma colisão com um drone durante a aproximação final para o Aeroporto Internacional John F. Kennedy (JFK), em Nova York. O incidente ocorreu na manhã desta segunda-feira (29), a cerca de 915 metros de altitude.

A aeronave, que levava 168 pessoas a bordo, completou o pouso em segurança e sem intercorrências. Equipes de manutenção retiraram o avião de serviço para uma avaliação estrutural completa, mas não encontraram marcas de impacto ou danos na fuselagem. Não houve registro de feridos.


Investigação federal e histórico de ocorrências


A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) assumiu a investigação do caso. Há uma divergência nos relatórios preliminares da imprensa sobre o horário exato do choque: a CNN americana aponta o aviso do piloto às 7h15, enquanto agências do setor financeiro e de aviação indicam as 9h15 no horário local.

As diretrizes americanas proíbem a operação de drones perto de áreas aeroportuárias. A FAA alerta de forma contínua que o tamanho reduzido dos equipamentos impede que as tripulações realizem manobras evasivas a tempo de evitar um choque aéreo.

O episódio no JFK repete um padrão na região metropolitana de Nova York. Na última sexta-feira (26), a tripulação de um voo da United Airlines reportou o avistamento de um equipamento similar durante a descida para o Aeroporto Internacional Newark Liberty, no estado vizinho de Nova Jersey.


Cerco aos operadores de drones


O número de avistamentos preocupa as autoridades aéreas. A FAA recebe mensalmente mais de 100 relatórios de pilotos de companhias comerciais que cruzam com veículos não tripulados em zonas proibidas.

Operadores civis que invadem o espaço aéreo restrito enfrentam sanções duras. A legislação federal americana prevê multas pesadas, abertura de processos criminais e penas de prisão para quem colocar rotas da aviação comercial em perigo.

Até o fechamento desta matéria, a Autoridade Portuária de Nova York e Nova Jersey não identificou o responsável pelo equipamento apontado pelo piloto da JetBlue. A informação sobre o modelo exato do drone corre sob sigilo nos corredores da FAA.


Fontes consultadas e checadas para esta reportagem:


Comentários


bottom of page