Pilotos e controladores relataram óvnis no espaço aéreo brasileiro
- Marcelo Bueno

- 22 de ago.
- 2 min de leitura
Documentos enviados ao Arquivo Nacional mostram registros visuais e em radar de luzes não identificadas sobre as regiões Sul e Sudeste.
Resumo: Registros oficiais: Força Aérea Brasileira (FAB) catalogou 18 ocorrências com Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAP/óvni). Quem reportou: Notificações partiram de tripulações comerciais e operadores de tráfego aéreo em serviço. Pontos críticos: Rotas nos céus de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo concentraram a maior parte dos avistamentos. Padrão dos relatos: Tripulações descreveram pontos luminosos com variações bruscas de velocidade, trajetórias circulares e mudanças súbitas de altitude. Posição institucional: A FAB apenas cataloga as ocorrências e transfere os arquivos para o Arquivo Nacional, sem emitir parecer conclusivo sobre a origem dos objetos.
Dezoito relatórios de avistamento de Fenômenos Aéreos Não Identificados (UAP/óvni) entraram nos registros oficiais da Força Aérea Brasileira (FAB). Os documentos, compilados pelo Comando da Aeronáutica e transferidos para o acervo público do Arquivo Nacional, detalham ocorrências presenciadas por pilotos de linhas aéreas e controladores de voo.

Os dados confirmam que a maior concentração de relatos ocorreu nas regiões Sul e Sudeste. Voos em rota sobre os estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo registraram a maioria dos eventos luminosos noturnos em altitudes de cruzeiro.
Luzes em zigue-zague e manobras sem registro de plano de voo
Os depoimentos técnicos descrevem luzes de coloração branca, azulada ou avermelhada que se deslocavam em velocidades incompatíveis com aeronaves comerciais regulares. Em diversos casos, os comandantes relataram manobras em zigue-zague, círculos contínuos e acelerações súbitas sem sinal emitido por transponder.
Os radares de controle de solo registraram ecos pontuais em parte dos incidentes, enquanto outros eventos foram observados exclusivamente a olho nu pelas tripulações na cabine de comando. Nenhum incidente gerou risco de colisão iminente ou interrupção de pousos e decolagens nos aeroportos monitorados.
A Força Aérea Brasileira cumpre a Portaria nº 551/GC3, norma que determina o envio periódico dessas notificações ao Arquivo Nacional para consulta pública. O Comando da Aeronáutica não executa investigações científicas detalhadas sobre a natureza dos fenômenos e atua estritamente na coleta dos formulários operacionais.
1. Fontes consultadas e checadas para esta reportagem
CNN Brasil: "Pilotos e controladores relataram 18 casos de óvnis no Brasil" (Reportagem da Editoria de Ciência e Tecnologia).
Arquivo Nacional: Acervo Oficial de Objetos Voadores Não Identificados (OVNI/UAP) transferido pelo Comando da Aeronáutica.
Força Aérea Brasileira (FAB): Portaria nº 551/GC3 (Regulamentação do registro e guarda de relatos de tráfego aéreo anômalo).
G1: Acervos e registros históricos de notificações de fenômenos aéreos não identificados no espaço aéreo nacional.



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